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«Benvindos à Quinta de Malta. É aqui que nós vivemos e que recebemos a nossa família e amigos. É com este espírito que também recebemos os nossos hóspedes, investindo todos os nossos esforços para que vejam cumpridas as suas melhores expectativas e criem momentos inesquecíveis. Que tenham uma excelente estadia.»
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- A Quinta na Actualidade
- Testemunhos
- Nota Histórica

A Quinta de Malta é uma Quinta de Turismo de Habitação possuindo um total de 10 quartos duplos, todos eles equipados com casa de banho privativa, TV, telefone, acesso à Internet, ar condicionado e mini-bar. Estruturada em 2 apartamentos, 2 suites “king size” (com 2 quartos) e quartos independentes, a casa molda-se a qualquer requisito. As salas comuns foram convertidas em zonas de lazer, mini ginásio, salas de reuniões e de jogos que dispõem de DVD, ecrã de grandes dimensões com “data show”.
A casa encontra-se rodeada por amplos jardins com piscina para adultos e crianças e corte de ténis. Os terrenos agrícolas envolventes estão preenchidos por vinhedos, onde são produzidas as castas tradicionais da região. Nas imediações, encontra-se o oceano, com as suas praias, dotadas algumas delas com excelentes condições para a prática de desportos aquáticos, bem como se encontram em terra equipamentos e condições naturais para passear, praticar hipismo ou Golfe, entre um amplo leque de outras possibilidades.
Para mais informações sobre actividades de lazer e desportivas visite ACTIVIDADES e SERVIÇOS
Reconhecimento Público
A Quinta de Malta, foi reconhecida e classificada como património de interesse municipal, em virtude da sua traça arquitectónica tão característica dos solares Minhotos dos sécs. XVI e XVII, bem como da carga histórica que lhe está associada. Em resultado das recentes obras de recuperação, é neste momento candidata ao Prémio Municipal de Arquitectura “Arquitecto Régio João Antunes”.
“Foi uma semana estupenda, com um tratamento requintado e uma envolvente maravilhosa. Adorava voltar.”
Alvaro - Espanha, Agosto 2008
“Uma experiência das mais agradáveis, numa linda casa.
Uma paisagem maravilhosa com um tratamento e serviço excelentes. Que mais se pode pedir? O nosso desejo é voltar na Primavera para continuar a desfrutar de tudo o que nos ofereceis. Foi um grande prazer. Carinhosamente”
Elisa – Lugo (Espanha), Novembro 2007
“Meus queridos amigos, foi um imenso prazer estar convosco!!! Parabéns pelo bom gosto, simpatia e tudo!!! Beijos”
Fafá de Belém – Brazil, Janeiro 2009
“Silencioso, limpo, história interessante, atenção ao pormenor e sempre atentos para que tudo preenchesse as nossas expectativas. Desejávamos ter reservado uma estadia mais prolongada de modo a desfrutar de todos os serviços”
Percy - Toronto (Canadá), Julho 2008

Situada em Durrães, a Quinta de Malta é uma propriedade agrícola constituída no início do séc. XVI. Palco de acontecimentos marcantes a nível regional e da autonomia da freguesia em relação ao couto de Carvoeiro.
Albergou Morgadio instituído em 1535. Pelo facto de tanto estar em jogo, enquanto vigorou o morgadio, e em parte também por haver uma altíssima taxa de mortalidade sobretudo entre os filhos varões, houve lugar a incontáveis desentendimentos entre os pretendentes a sucessores na administração do vínculo, que deram em processos judiciais e recursos até às últimas instâncias. Finalmente, em 21 de Março de 1862, pelas artes da figura mais polémica da história da Quinta - Ana Angélica da Cunha - o vínculo foi abolido de modo fraudulento. Imediatamente se apressou a vender aquilo que até então só se podia transmitir por sucessão. O comprador foi Manuel Pereira Lima, de Aborim.
Mais tarde, a quinta muda de mãos repetidamente. Ao longo dos tempos, a casa da quinta sofreu várias alterações, não havendo registos da original. Sabe-se que na 2ª metade do séc. XIX, sofreu grandes melhorias pela mão do seu então proprietário Mateus Pereira da Silva, e restaurada mais tarde (por volta de 1950) por Fernando Lima Dias de Almeida, tendo desde então entrado em decadência.
Mais recentemente, quando em 1996 a Quinta foi adquirida pelos actuais proprietários, a casa apresentava sinais de degradação tais que rondavam a ruína em algumas das suas dependências. Os novos proprietários decidiram dar continuidade à actividade de Turismo de Habitação que aí se desenvolvia desde 1992, tendo encomendado o projecto.
O objectivo foi fundamentado em duas grandes directrizes: manter o espírito e a traça da casa; dotá-la de todos os confortos de uma casa moderna. Feito exaustivo levantamento do existente, começaram as obras em que apenas as paredes ficaram em pé.



